Valsa, carimbó e baião com o Cacuriá de Dona Teté

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Atualmente com 32 dançarinos, caixeiras, cavaquinho, violão, flauta e efeitos percussivos, o Cacuriá de D. Teté apresenta um espetáculo dinâmico, ao som dos ritmos de carimbó, caroço, valsa e baião inspirado no carimbó de caixeiras. As músicas do espetáculo são de autoria de D. Teté, Rosa Reis, Cecé Ferreira, Dona Roxa, Camila Reis e de domínio popular.

As coreografias são criadas a partir dos movimentos dos pássaros e animais destacados nas letras das músicas, inspirada nas brincadeiras tradicionais. O figurino de Cláudio Vasconcelos e adaptações do grupo Laborarte remetem as indumentárias e adereços dos festeiros do divino Espírito Santo. O grupo faz parte da nossa programação na quinta-feira (1); a apresentação acontece no palco da área externa, às 18h45.

O histórico

O Cacuriá de Dona Teté foi criado pelo grupo Laborarte em 1986, tendo a frente a rezadeira e caixeira da festa do Divino Espírito Santo, Almerice da Silva Santos, Dona Teté. Hoje, o Cacuriá de Dona Teté é referência para os outros grupos de cacuriá no Maranhão, além de ser reconhecido nacionalmente como um expoente das manifestações tradicionais brasileiras.

O Cacuriá

O Cacuriá é uma dança tipicamente maranhense com influências da Festa do Divino Espírito Santo. A dança foi inventada por Seu Lauro, no ano de 1973, mestre popular que organizava vários de tipos de manifestações populares, como a Festa do Divino, Bumba-meu boi, Baião Cruzado e outros.

Dona Teté

 

Almerice da Silva Santos, conhecida como D. Teté, foi responsável por tornar o Cacuriá um dos símbolos da identidade cultural do Maranhão. No ano de 2006 D. Teté foi reconhecida por seus feitos na cultura popular com a premiação da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República, a maior honraria no setor da cultura.

Dona Teté faleceu em dezembro de 2011, mas sua estória continua viva na memória do povo maranhense  representada pelo Laborarte. No grupo, contemporâneas de Dona Teté, como Rosa Reis e Cecé Ferreira continuam mantendo as tradições.

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